Idéia #2

E se livros pudessem “pensar”? Capazes de modificar seu conteúdo de acordo com as características do leitor. Mais próximo de um diálogo com o leitor do que com um discurso. Idéia semelhante, que de certa forma já existe e pretendo abordar em outro post, é a de recomendação de livros de acordo com os gostos de leitura.

Este livro seria capaz de se traduzir para qualquer idioma com qualidade. O que poderia ocasionar no fim da profissão de tradutor.

Poderia mudar o tamanho e profundidade do conteúdo do livro de acordo com o conhecimento, interesse e tempo disponível do leitor para o assunto. Desde se apresentar apenas como uma introdução ao tema, quanto aprofundar-se e indicar leituras complementares, mais fotos, vídeos, sons, etc. Ou até mesmo entrar em contato com autor ou ingressar em um grupo de estudos sobre o assunto. Neste sentido o livro teria caráter de um professor e uma escola.

Caso o leitor não compreendesse alguma parte do texto, ele seria capaz de se reescrever em outras palavras tentando ser mais claro. Ou apresentar exemplos para o leitor “visualizar” a idéia.

Muito insano?

 

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